ARQUITECTURA INSTITUCIONAL Y EFICIENCIA ALOCATIVA: UM ANÁLISIS COMPARATIVO ENTRE EL SUS Y EL NHS
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n6-064Palabras clave:
Eficiencia Asignativa, Sistemas de Salud, Gobernanza Pública, SUS, NHSResumen
Considerando la percepción de ineficiencia del Sistema Único de Salud (SUS) frente a modelos centralizados como el National Health Service (NHS), el problema central consiste en la necesidad de conciliar restricciones macroeconómicas con la entrega de resultados asistenciales. Tiene como finalidad analizar comparativamente la arquitectura institucional y la efectividad asignativa del gasto público en salud en Brasil y el Reino Unido. Para ello se procede a la adopción de un diseño convergente de métodos mixtos, operacionalizado a través de la triangulación metodológica entre el análisis institucional comparado y un Análisis Exploratorio de Datos (AED) longitudinal (2000-2023) de indicadores del Banco Mundial. De esta manera se observa que el modelo británico está asociado a una mayor previsibilidad presupuestaria en la frontera tecnológica, mientras que el SUS presenta ganancias expresivas en la base asistencial, evidenciadas por un acelerado efecto de convergencia (catch-up effect) en la reducción de la mortalidad infantil, a pesar de la corrosión inflacionaria, lo que permite concluir que la divergencia de resultados refleja etapas distintas de transición epidemiológica y limitaciones de gobernanza federativa, indicando la necesidad de mayor integración decisoria y protección contra externalidades económicas, más allá del mero aumento de transferencias.
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