ENVEJECIMIENTO Y POLÍTICAS EDUCATIVAS PÚBLICAS: PROMOVIENDO EL APRENDIZAJE PARA LA INCLUSIÓN DE LAS PERSONAS MAYORES
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n2-087Palabras clave:
Política Educativa, Personas Mayores, Derechos Humanos, Inclusión SocialResumen
Este artículo analiza el proceso de envejecimiento poblacional en Brasil y las políticas educativas orientadas a promover el aprendizaje y la inclusión social de las personas mayores. El envejecimiento es un fenómeno global y se está produciendo a un ritmo acelerado. Marcos legales como la Constitución Federal de 1988, la Política Nacional para las Personas Mayores (Ley n.º 8.842/1994) y el Estatuto de la Persona Mayor (Ley n.º 10.741/2003, actualizado por la Ley n.º 14.423/2022) destacan algunos avances en la garantía del derecho a la educación de las personas mayores, con énfasis en programas como la Educación de Jóvenes y Adultos (EJA) y las Universidades Abiertas para la Tercera Edad (UnATI), que contribuyen al envejecimiento activo y participativo. El aprendizaje permanente es una estrategia de inclusión, y el acceso a la educación formal e informal fortalece la autoestima, la autonomía y la socialización de las personas mayores. Sin embargo, persisten barreras estructurales, como la ausencia de políticas educativas específicas, la baja financiación, la escasez de profesionales cualificados y el edadismo en las instituciones educativas. En conclusión, este artículo argumenta que las políticas educativas públicas dirigidas al envejecimiento deben integrarse en las agendas de derechos humanos y ciudadanía. Invertir en la educación de las personas mayores es esencial para promover el envejecimiento activo, combatir el edadismo y valorar la diversidad de edades, consolidando una sociedad más justa e inclusiva.
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