LA SUBFINANCIACIÓN DEL SISTEMA PÚBLICO DE SALUD Y SUS CONSECUENCIAS PARA EL ACCESO AL TRATAMIENTO DE ENFERMEDADES DE ALTA COMPLEJIDAD

Autores/as

  • Bruna Laís Ferreira Leão
  • Daniel Dias Machado
  • Vinícius Carvalho Santos
  • Thyago Furtado de Freitas
  • Claudio Augusto Kelly
  • Phelipe Austríaco-Teixeira
  • Gleimiria Batista da Costa Matos
  • Bruna Lívia Timbó de Araújo Balthazar
  • Myke Oliveira Gomes
  • Airton Pereira da Silva Leão

DOI:

https://doi.org/10.56238/revgeov17n2-089

Palabras clave:

Falta de Financiación, Sistema Único de Salud, Alta Complejidad, Acceso a los Servicios de Salud

Resumen

El sistema público de salud brasileño enfrenta desafíos estructurales relacionados con la falta crónica de recursos financieros, lo que compromete el acceso a tratamientos para enfermedades de alta complejidad. Este estudio analiza la relación entre la subfinanciación del Sistema Único de Salud (SUS) y las barreras que enfrenta la población para acceder a procedimientos especializados. La investigación se caracteriza por ser bibliográfica, de naturaleza cualitativa, con objetivos exploratorios y descriptivos, basada en publicaciones científicas recientes que abordan la financiación de la salud pública, la gestión de recursos y el acceso a servicios de mediana y alta complejidad. Los resultados muestran que la subfinanciación opera a través de múltiples mecanismos que comprometen desde la planificación estratégica hasta la ejecución diaria de los servicios, afectando desproporcionadamente a las poblaciones vulnerables y profundizando las inequidades preexistentes. La insuficiencia presupuestaria genera un círculo vicioso en el que la escasez de recursos en atención primaria sobrecarga los niveles más complejos del sistema, comprometiendo tanto la eficiencia en la asignación de recursos como la calidad de la atención. La judicialización de la salud surge como un síntoma de las fallas del sistema para garantizar el acceso regular a los tratamientos, aunque presenta limitaciones como estrategia colectiva para la realización del derecho a la salud. El estudio concluye que abordar la falta de financiación requiere la coordinación entre la expansión sostenida de recursos, la mejora de la gestión, la reorientación del modelo de atención sanitaria y el fortalecimiento de la participación social en la toma de decisiones sobre las prioridades de salud.

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Publicado

2026-02-18

Cómo citar

Leão, B. L. F., Machado, D. D., Santos, V. C., de Freitas, T. F., Kelly, C. A., Austríaco-Teixeira, P., Matos, G. B. da C., Balthazar, B. L. T. de A., Gomes, M. O., & Leão, A. P. da S. (2026). LA SUBFINANCIACIÓN DEL SISTEMA PÚBLICO DE SALUD Y SUS CONSECUENCIAS PARA EL ACCESO AL TRATAMIENTO DE ENFERMEDADES DE ALTA COMPLEJIDAD. Revista De Geopolítica, 17(2), e1599. https://doi.org/10.56238/revgeov17n2-089